Sustentabilidade Ambiental em Condomínios: utilização do método SICOGEA para avaliar os aspectos e impactos ambientais em um condomínio residencial - DOI: http://dx.doi.org/10.16930/2237-7662/rccc.v11n31p72-83

Autores

  • Jerusa Bacelo Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC (SC)
  • Vivian Osmari Uhlmann Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC (SC)
  • Elisete Dahmer Pfitscher Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC (SC)
  • Maíra Melo de Souza Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC (SC)

Palavras-chave:

Sustentabilidade, Gestão ambiental, SICOGEA, Condomínio residencial.

Resumo

Este estudo teve por objetivo avaliar os aspectos e impactos ambientais de um condomínio residencial com aporte da Contabilidade Gerencial Ambiental. Isto se deu mediante a identificação das situações deficitárias de maior prioridade para o condomínio, bem como da análise do grau de sustentabilidade obtido por meio da aplicação parcial do método SICOGEA - Sistema Contábil Gerencial Ambiental. O método utilizado foi o estudo de caso, com pesquisa exploratório-descritiva, envolvendo entrevista semiestruturada com a síndica deste condomínio. Analisando os resultados obtidos, com base no SICOGEA, constatou-se um grau de sustentabilidade global de 52%, considerado regular. Isto expressou, também, uma situação de desempenho ambiental médio, atendendo à legislação. Não obstante, pode-se considerar que o desempenho ambiental desta organização está aquém da almejada valorização ambiental e prevenção da poluição. Dos cinco critérios pesquisados, três apresentaram sustentabilidade deficitária, mostrando uma situação que pode estar causando danos ao meio ambiente. Os resultados encontrados, embora não possam ser generalizados, levam à tal fim, foi proposto um plano de gestão ambiental com ações de melhoria dos pontos críticos da organização.

Biografia do Autor

Jerusa Bacelo, Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC (SC)

Bacharel em Ciências Contábeis pela Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC.

Vivian Osmari Uhlmann, Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC (SC)

Contadora e Mestre em Contabilidade pela Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC. Atualmente atua como professora substituta no Departamento de Ciências Contábeis da UFSC e também como tutora de ensino a distância do curso de Ciências Contábeis da UFSC. Tem experiência na área de Administração, com ênfase em Ciências Contábeis, atuando principalmente nos seguintes temas: Contabilidade Ambiental; Contabilidade Gerencial.

Elisete Dahmer Pfitscher, Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC (SC)

Contadora e Mestre em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina. Doutora em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina. Atualmente é professora e pesquisadora da Universidade Federal de Santa Catarina, atuando principalmente nos seguintes temas: benchmarking educacional, ensino e pesquisa em contabilidade, gestão ambiental, sustentabilidade, responsabilidade social e SICOGEA, além de ser avaliadora de diversos periódicos e eventos científicos das áreas de Contabilidade e Administração. bRegistro: SC-026381/O

Maíra Melo de Souza, Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC (SC)

Contadora e Mestre em Contabilidade pela Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC. Doutoranda em Administração pela UFSC. Atualmente é doutoranda em administração (Finanças) do Programa de Pós-Graduação em Administração da Universidade Federal de Santa Catarina. Atua como Professora Substituta do Departamento de Ciências Contábeis da UFSC e possui experiência profissional em contabilidade financeira, gerencial e tributária.- Registro: SC-032095/O

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Publicado

23/05/2012

Como Citar

Bacelo, J., Uhlmann, V. O., Pfitscher, E. D., & Souza, M. M. de. (2012). Sustentabilidade Ambiental em Condomínios: utilização do método SICOGEA para avaliar os aspectos e impactos ambientais em um condomínio residencial - DOI: http://dx.doi.org/10.16930/2237-7662/rccc.v11n31p72-83. Revista Catarinense Da Ciência Contábil, 11(31), p. 72–83. Recuperado de https://revista.crcsc.org.br/index.php/CRCSC/article/view/1259

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