RAZÕES PARA SUBSTITUIR A DOAR PELA DFC: O CASO BRASILEIRO - DOI: http://dx.doi.org/10.16930/2237-7662/rccc.v1n2p47-62

Autores

  • Nilton da Rocha
  • Ilse Maria Beuren

Palavras-chave:

Demonstração das origens e aplicações de recursos, Demonstração do fluxo de caixa, Demonstrações contábeis, Usuários da contabilidade.

Resumo

Trata-se de uma abordagem analítico-comparativa entre a Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (DOAR) cuja elaboração e publicação é obrigatória por força da Lei 6.404/76, Lei das Sociedades por Ações, e a Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC), cuja elaboração e publicação ainda é de livre discrição das elTIpreSas, em que pese já ter-se tomado obrigatória nos EUA e alguns países da Europa, em substituição à DOAR. A tendência à adequação das nações a um novo padrão mundial financeiro-contábil, suscitou esta análise entre alubas as demonstrações, no sentido de se verificar, por meio de Ulua pesquisa bibliográfica e de campo, qual das duas demonstrações se mostra mais acessível ao entendimento dos seus usuários, privilegiando o enfoque mais ajustado ao usuário interno, embora não se menospreze sua importância para o usuário externo. O trabalho conclui que, apesar de a DFC já estar amplamente implementada e com publicação obrigatória em países como EUA, Inglaterra e outros (por luostrar-se luais clara e de mais fácil elaboração e entendimento para os usuários), no Brasil ainda há reservas à sua adoção, não obstante o movimento crescente em seu favor.

 

Biografia do Autor

Nilton da Rocha

Mestre em Administração: Gestão Moderna de Negócios pela Universidade Regional de Blumenau FURB.

Ilse Maria Beuren

Doutora em Contabilidade e Controladoria pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade - FEA, da Universidade de São f:Jaulo - USP

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Publicado

16/09/2011

Como Citar

Rocha, N. da, & Beuren, I. M. (2011). RAZÕES PARA SUBSTITUIR A DOAR PELA DFC: O CASO BRASILEIRO - DOI: http://dx.doi.org/10.16930/2237-7662/rccc.v1n2p47-62. Revista Catarinense Da Ciência Contábil, 1(2), p. 47–62. Recuperado de https://revista.crcsc.org.br/index.php/CRCSC/article/view/979

Edição

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