Estágio como fonte de conhecimento ou mão-de-obra menos onerosa? - DOI: http://dx.doi.org/10.16930/2237-7662/rccc.v5n15p9-18

Elisete Dahmer Pfischer, Joisse Antônio Lorardi, Sérgio Marian, Letícia Fátima Nascimento, Paulo César Pfischer, Michely Nascimento

Resumo


A interação entre a gestão de conhecimento e os estágios leva a uma avaliação dos procedimentos adotados pelas empresas concedentes. Os estagiários, por sua vez, esperam obter benefícios de ensino e aprendizagem, como também econômicos. Estes últimos na maioria das vezes ocorrem para subsidiar as despesas advindas da sua permanência na universidade. Contudo, quando iniciam a tão almejada etapa deestágio, normalmente a partir da 5ª fase, se deparam com uma realidade não esperada. Alguns são utilizados como  ubstitutos de outros funcionários, servindo assim como "mão-de-obra barata," pela não incidência dos encargos sociais. Notificase, entretanto, que a aplicação dos conhecimentos obtidos na academia pode proporcionar oportunidades profissionais aos acadêmicos, se existir uma melhor forma de monitoramento, integrando instituições de ensino e empresas.

Palavras-chave


Gestão de conhecimento. Estágios; Ensino versus aprendizagem.

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Revista Catarinense da Ciência Contábil, Florianópolis, SC, Brasil. ISSN: 2237-7662


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