Uma metodologia contábil para evidenciação das ações ambientais
um estudo da função socialidade nas evidências de manutenção do entorno patrimonial
DOI:
https://doi.org/10.16930/2237-766220253553Palavras-chave:
Meio ambiente, Sustentabilidade, Contabilidade ambientalResumo
Discussões acerca dos crescentes desgastes do meio ambiente e sua capacidade de resiliência imputam em dívida das sociedades e das células sociais. O uso das Ciências Contábeis na tratativa de divulgar os demonstrativos econômico-financeiros podem ser evocados como forma de evidenciar as ações contributivas das células sociais junto ao meio ambiente. Dessa forma, a pesquisa buscou as evidências ambientais de manutenção do entorno patrimonial em relatórios e demonstrativos econômico-financeiros, com o uso da função socialidade, provinda da teoria das funções sistemáticas do patrimônio aziendal. Sob a perspectiva metodológica, a pesquisa foi classificada, quanto aos objetivos e abordagem, como exploratória, descritiva, qualitativa e dedutiva. No que se refere aos procedimentos e técnicas, utilizou-se pesquisa bibliográfica, documental, análise de conteúdo e estudo de casos múltiplos em células sociais com alto impacto ambiental. Os dados foram tratados por meio de planilhas no software Excel. Os resultados apontaram que a maioria das ações ambientais evidenciadas permaneceu nas células sociais e na sociedade, enquanto o meio ambiente recebeu apenas algumas ações voltadas para a manutenção do entorno patrimonial, caracterizadas como não operacionais e de longo prazo. Como contribuição científica, a pesquisa enfatizou, de maneira holística, as interações entre as células sociais e o meio ambiente.
Referências
Adams, S., & Kaffo Fotio, H. (2022). Economic integration and environmental quality: accounting for the roles of financial development, industrialization, urbanization and renewable energy. Journal of Environmental Planning and Management, 67(3), 688–713. https://doi.org/10.1080/09640568.2022.2131510
Almeida, D. S. (2014). Elaboração de projetos, TCC, dissertação e tese: uma abordagem simples, prática e objetiva. Atlas.
B3. Bolsa de Valores - B3. (2022). https://www.b3.com.br/
Bandeira , L. S., Ott, E. & Rover, S. (2022). Influência do potencial poluidor e do histórico de infrações ambientais na evidenciação ambiental corporativa. Revista Catarinense da Ciência Contábil, 21, 1–24, e3262. https://doi.org/10.16930/2237-7662202232621
Barbieri, J. C. (2007). Gestão ambiental empresarial: conceitos, modelos e instrumentos (2ª ed.). Saraiva.
Bardin, L. (2016). Análise de conteúdo. Edições 70.
Bebbington, J. (2021). The foundations of environmental accounting. In J. Bebbington, J. Unerman, & B. O'Dwyer (Eds.), Routledge handbook of environmental accounting (pp. 17–28). Routledge.
Bebbington, J., Cuckston, T., & Feger, C. (2021). Biodiversity. In J. Bebbington, J. Unerman, & B. O'Dwyer (Eds.), Routledge handbook of environmental accounting (pp. 377–387). Routledge.
Black, D. L. (1999). Conjunction and the Identity of Knower and Known in Averroes. American Catholic Philosophical Quarterly, 73(1), 159–184. https://doi.org/10.5840/acpq19997317
BM&FBOVESPA. (2008). O Novo Mercado. Bolsa de Valores de São Paulo. http://www.b3.com.br/data/files/2C/46/8A/B7/88337610515A8076AC094EA8/Focus%205_Capitulo%20Novo%20Mercado%20_IFC%202008_.pdf
Botkin, D. B., & Keller, E. A. (2011). Ciência ambiental: Terra, um planeta vivo (7ª ed.). LTC.
Broering, A. (2011). Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), paisagem e integração social: um estudo de caso da comunidade do entorno da RPPN Passarim. [Dissertação de Mestrado, Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental, Universidade de São Paulo, São Paulo, Brasil].
Buckley, P., Enderwick, P. (2025). Tackling grand challenges: reimagining a moral ecology of globalisation. Asian Business and Management. https://doi.org/10.1057/s41291-025-00294-9
Burritt, R.L., Schaltegger, S. and Christ, K.L. (2023), Environmental Management Accounting – Developments Over the Last 20 years from a Framework Perspective. Australian Accounting Review, 33, 336–351. https://doi.org/10.1111/auar.12407
Carson, R. L. (2010). Primavera silenciosa (1ª ed.). Gaia.
Carvalho, G. M. B. D. (2020). Contabilidade ambiental: teoria e prática (3ª ed.). Juruá.
Castree, N. (2001). Socializing nature: theory, practice, and politics. In Social nature: theory, practice, and politics (pp. 1-21). Blackwell Publishers.
Cavalcanti, C. (2012). Sustentabilidade: mantra ou escolha moral? Uma abordagem ecológica-econômica. Estudos Avançados, 26, 35-50.
Charnock, R., Brander, M., & Schneider, T. (2021). Carbon. In J. Bebbington et al. (Orgs.), Routledge Handbook of Environmental Accounting (Cap. 26, pp. 353-364). Routledge.
CBA. (2020a). Demonstrações financeiras. Companhia Brasileira de Alumínio - CBA.
CBA. (2020b). Relatório de sustentabilidade. Companhia Brasileira de Alumínio - CBA.
CBA. (2021a). Demonstrações financeiras. Companhia Brasileira de Alumínio - CBA.
CBA. (2021b). Relatório de sustentabilidade. Companhia Brasileira de Alumínio - CBA.
Cechin, A. (2010). A natureza como limite da economia. Senac.
Conselho Federal de Contabilidade [CFC]. (2004). NBC T 15 - Informação de natureza social e ambiental. CFC.
Colley, H. (2014). What (a) to do about ‘impact’: a Bourdieusian critique. British Educational Research Journal, 40(4), 660-681. https://doi.org/10.1002/berj.3112
Cruz, N. D., Debora, N., & Andrade, C. (2018). Convergência teórica da economia ecológica e da ecologia industrial. Revista Iberoamericana de Economía Ecológica, 28, 72–91. https://redibec.org/ojs
CSN. (2020a). Demonstrações financeiras. CSN Mineração S.A.
CSN. (2020b). Relato integrado. CSN Mineração S.A.
CSN. (2021a). Demonstrações financeiras. CSN Mineração S.A.
CSN. (2021b). Relato integrado. CSN Mineração S.A.
Cuckston, T. (2017). Ecology-centred accounting for biodiversity in the production of a blanket bog. Accounting, Auditing & Accountability Journal, 30, 1537–1567. https://doi.org/10.1108/AAAJ-12-2015-2330
Decreto nº 5.746, de 05 de abril de 2006. (2006). Regulamenta o art. 21 da Lei nº 9.985, de 18 de julho de 2000, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza. Diário Oficial da União, 06 abr. 2006.
Dexco. (2021). Demonstrações financeiras. Dexco S.A.
Dexco. (2021). Relato integrado. Dexco S.A.
Duratex. (2020). Demonstrações financeiras. Duratex S.A.
Duratex. (2020). Relato integrado. Duratex S.A.
Ferreira, A. C. D. S. (2011). Contabilidade ambiental: uma informação para o desenvolvimento sustentável (3ª ed.). Atlas.
Ferreira, C. (2017). The contested instruments of a new governance? Accounting for nature and building markets for biodiversity offsets. Accounting, Auditing & Accountability Journal, 30(7), 1568–1591. https://doi.org/10.1108/AAAJ-12-2015-2336
Flippen, E. (2024). Conjunction. World: A Journey Through the Mirror. Swann-Ryder Productions, LLC.
Furtado, L. L., & Panhoca, L. (2021). Measurement of natural capital in academic journals. MOJ Ecology & Environmental Sciences, 6, 46–52. https://doi.org/10.15406/mojes.2021.06.00213
Gray, R. (2013). Back to basics: What do we mean by environmental (and social) accounting and what is it for?—A reaction to Thornton. Critical Perspectives on Accounting, 24(6), 459–468. https://doi.org/10.1016/j.cpa.2013.04.005
Hendriksen, E. S., & Breda, M. F. V. (2010). Teoria da contabilidade. Atlas.
Hoog, W. A. Z. (2021). Manual de contabilidade: teorias, teoremas, princípios, plano de contas, escrituração, conciliações, demonstrações financeiras e análise dos elementos das demonstrações (6ª ed., Vol. I). Juruá.
Irani. (2020a). Demonstrações financeiras. Irani Papel e Embalagens S.A.
Irani. (2021a). Demonstrações financeiras. Irani Papel e Embalagens S.A.
Irani. (2020b). Relato integrado. Irani Papel e Embalagens S.A.
Irani. (2021b). Relato integrado. Irani Papel e Embalagens S.A.
Iudícibus, D., Marion, J. C., & Faria, A. C. D. (2009). Introdução à teoria da contabilidade para o nível de graduação (5ª ed.). Atlas.
Iudícibus, S. D. (2021). Teoria da contabilidade (12ª ed.). Atlas.
Jones, M. J., & Solomon, R. (2017). Problematising accounting for biodiversity. Accounting, Auditing & Accountability Journal, 30(7), 1592–1613. https://doi.org/10.1108/AAAJ-03-2013-1255
Khan, H.Z., Bose, S.,Mollik, A.T. and Harun, H. (2021). Green Washing or Authentic Effort? An Empirical Investigation of the Quality of Sustainability Reporting by Banks. Accounting, Auditing & Accountability Journal, 34(2), 338–69. https://doi.org/10.1108/AAAJ-01-2018-3330
Kassai, J. R., Carvalho, N., & Kassai, J. R. S. (2019). Contabilidade ambiental: relato integrado e sustentabilidade. Atlas.
Klabin. (2020a). Demonstrações financeiras. Klabin S.A.
Klabin. (2020b). Relatório de sustentabilidade. Klabin S.A.
Klabin. (2021a). Demonstrações financeiras. Klabin S.A.
Klabin. (2021b). Relatório de sustentabilidade. Klabin S.A.
Lakatos, E. M. (2017). Metodologia do trabalho científico. Atlas.
Lei nº 9.985, de 18 de julho de 2000. (2000). Institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza. Diário Oficial da União, 19 jul. 2000.
Lei nº 10.165, de 27 de dezembro de 2000. (2000). Dispõe sobre a Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental e Relatório Anual de Atividade. Diário Oficial da União, Brasília, 28 de dezembro de 2000.
Lessem, R., Abouleish, I., & Herman, L. (2016). Integral polity: Integrating nature, culture, society and economy. Routledge.
Lomas, P. L., & Giampietro, M. (2017). Environmental accounting for ecosystem conservation: Linking societal and ecosystem metabolisms. Ecological Modelling, 346, 10–19. https://doi.org/10.1016/j.ecolmodel.2016.12.009
Lorenzini, D. (2016). From counter-conduct to critical attitude: Michel Foucault and the art of not being governed quite so much. Foucault studies, 7–21. https://doi.org/10.22439/fs.v0i0.5011
Maracrida, M. J. C. (2019). Fundamentos da contabilidade: a contabilidade no contexto global (2ª ed.). Atlas.
Marion, J. C., & Costa, R. S. D. (2007). A uniformidade na evidenciação das informações ambientais. Revista Contabilidade & Finanças - USP, 20–33. https://doi.org/10.1590/S1519-70772007000100003
Mejía, V. C., & Suárez, J. D. A. (2020). Consideraciones finales en torno al alcance de 'lo social' en Antônio Lopes de Sá. In J. A. S. Pineda, L. B. Jaramillo, V. Nepomuceno, R. A. C. Silva, R. F. Ruiz, V. C. Mejía, & J. D. A Suárez. Antônio Lopes de Sá, filósofo de la contabilidad (Cap. 8, pp. 311-326). Biblioteca de pensamiento vivo Anthos Contable.
Michaliszyn, S., & Tomasini, R. (2008). Pesquisa: orientações e normas para elaboração de projetos, monografias e artigos científicos (4ª ed., rev. e ampl.). Vozes.
Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. (2020). Convenção sobre diversidade biológica - CDB. https://www.gov.br/mma/pt-br/assuntos/biodiversidade-e-biomas/convencao-sobre-diversidade-biologica
Montero, M. L. B., & Betancur, E. S. (2018). Una mirada a la contabilidad ambiental. Postulados y retos. Contaduría Universidad de Antioquia, 73, 199–209. https://doi.org/10.17533/udea.rc.n73a08
Padoveze, C. L. (2012). Controladoria estratégica e operacional (3ª ed.). Cengage Learning.
Paranapanema. (2020a). Demonstrações financeiras. Paranapanema S.A.
Paranapanema. (2021a). Demonstrações financeiras. Paranapanema S.A.
Paranapanema. (2021b). Relatório de sustentabilidade. Paranapanema S.A.
Parrott, L. (2017). The modelling spiral for solving ‘wicked’environmental problems: Guidance for stakeholder involvement and collaborative model development. Methods in Ecology and Evolution, 8(8), 1005–1011. https://doi.org/10.1111/2041-210X.12757
Pietro, M. M. (2020). Legislation, regulations, and reflections on environmental accounting as a reflection of the incorporation of social responsibility in companies. MDPI Publication Ethics Statement, 9(13), 1–19. https://doi.org/10.3390/laws9020013
Prieto, A., & Yzaguirre, L. (2021). La contabilidad ambiental como herramienta para la incorporación de la sostenibilidad ambiental en las empresas de economía social. CIRIEC-España, Revista de Economía Pública, Social y Cooperativa, 103, 249–277. https://doi.org/10.7203/CIRIEC-E.103.17838
Pineda, J. A. S., Jaramillo, L. B., Nepomuceno, V., Silva, R. A. C., Ruiz, R. F., Mejía, V. C., & Suárez, J. D. A. (2020). Antônio Lopes de Sá, filósofo de la contabilidad. Biblioteca de pensamiento vivo Anthos Contable.
Pires, M. A. A., & Marques, V. A. (2016). Elementos estruturais da teoria das funções sistemáticas e sua contribuição ao desenvolvimento social. Revista Mineira de Contabilidade, 1(13), 24–33. https://revista.crcmg.org.br/rmc/article/view/478
Prasetyaningsih, B. I., Sutoyo, S., & Sujatmika, S. (2025). The Influence of Green Accounting and Carbon Emission Disclosure on Company Value. Journal Ilmiah Manajemen Kesatuan, 13(1), 83–90. https://doi.org/10.37641/jimkes.v13i1.3037
Ribeiro, M. D. S. (2010). Contabilidade ambiental. Saraiva.
Russell, S. (2021). Water. In J. Bebbington, C. Larringa, B. O’Dwyer, & L. Thomson (Eds.), Routledge Handbook of Environmental Accounting (Cap. 27, pp. 365-376). Routledge.
Sá, A. L. (1997). História geral e das doutrinas da contabilidade. Atlas.
Sá, A. L. (2010). Teoria da contabilidade (5ª ed.). Atlas.
Sangari, I. (2007). Darwin: descubra o homem e a teoria revolucionária que mudou o mundo. Instituto Sangari.
Serres, M. (1991). O contrato natural. Nova Fronteira.
Silva, J. L. C., Bernardino, M. C. R., & Gomes, H. F. (2017). Theoretical-Epistemological Perspectives of Knowledge in the Global Era: A Conceptual Proposal. In Epistemology and Transformation of Knowledge in Global Age. IntechOpen.
Soto, E. M., Roa, G. M., Salaza, C. A. M., & Galvis, O. J. M. (2014). Marco conceptual de la biocontabilidad. Sinapsis - Revista de Investigaciones de la Escuela de Administración y Mercadotecnia del Quindío EAM, 6(6), 94–111. https://app.eam.edu.co/ojs/index.php/sinapis/article/view/137/194
Souza, A. A. A. D., Pacheco, L. M., Caldana, A. C. F., & Liboni, L. B. (2015). Ações de redução de impacto ambiental das empresas que compõem o índice de sustentabilidade da BM&FBOVESPA. Revista Alcance Eletrônica, 151–172. https://doi.org/10.14210/alcance.v22n1.p151-172
Sultanova, B., Arystambaeva, A., Abisheva, Z., Kogut, O., & Shapetov, B. (2020). Mathematical modeling of Kazakhstan’s CO2 emissions and the role of environmental accounting. E3S Web of Conferences, 159, 10. https://doi.org/10.1051/e3sconf/202015901006
Suzano. (2020a). Demonstrações financeiras. Suzano S.A.
Suzano. (2020b). Relatório de sustentabilidade. Suzano S.A.
Suzano. (2021a). Demonstrações financeiras. Suzano S.A.
Suzano. (2021b). Relatório de sustentabilidade. Suzano S.A.
Thomas, K. (1988). O homem e o mundo natural: mudança de atitude em relação às plantas e aos animais. Companhia das Letras.
Tian, X., & Sarkis, J. (2023). Towards greener trade and global supply chain environmental accounting. An embodied environmental resources blockchain design. International Journal of Production Research, 62(8), 2705–2724. https://doi.org/10.1080/00207543.2023.2232890
Tinoco, J. E., & Kraemer, M. E. (2011). Contabilidade e gestão ambiental (3ª ed.). Atlas.
Vale. (2020a). Demonstrações financeiras. Vale S.A.
Vale. (2020b). Relato integrado. Vale S.A.
Vale. (2021a). Demonstrações financeiras. Vale S.A.
Vale. (2021b). Relato integrado. Vale S.A.
Vázquez, M.R. P., Ibarra, M. A., Baltazar, E. B.,& Araujo, L. G. (2020). Local Socio-Environmental Systems as a Transdisciplinary Conceptual Framework. In M. Arce Ibarra, M.R. Parra Vázquez, E. Bello Baltazar, L. Gomes de Araujo (eds). Socio-Environmental Regimes and Local Visions. Springer, Cham. https://doi.org/10.1007/978-3-030-49767-5_1
Villegas, M. G. (2009). Tensiones, posibilidades y riesgos de la contabilidad medioambiental empresarial: (una síntesis de su evolución). Contaduría Universidad de Antioquia, 55–78. https://doi.org/10.17533/udea.rc.7963
Vittia. (2020a). Demonstrações financeiras. Vittia Fertilizantes e Biológicos S.A.
Vittia. (2020b). Relatório de sustentabilidade. Vittia Fertilizantes e Biológicos S.A.
Vittia. (2021a). Demonstrações financeiras. Vittia Fertilizantes e Biológicos S.A.
Vittia. (2021b). Relatório de sustentabilidade. Vittia Fertilizantes e Biológicos S.A.
Will, M., Dressler, G., Kreuer, D., Thulke, H. H., Grêt‐Regamey, A., & Müller, B. (2021). How to make socio‐environmental modelling more useful to support policy and management?. People and Nature, 3(3), 560–572. https://doi.org/10.1002/pan3.10207
Yin, R. K. (2010). Estudo de caso: planejamento e métodos (4ª ed.). Bookman.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 Revista Catarinense da Ciência Contábil

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Os direitos autorais para artigos publicados nesta revista pertencem ao(s) respectivo(s) autor(es), com direitos de primeira publicação cedidos para a Revista Catarinense da Ciência Contábil - RCCC. Em virtude de aparecerem nesta revista de acesso público, os artigos são de uso gratuito, com obrigatoriedade de reconhecimento da autoria original e da publicação inicial nesta revista. A revista permitirá o uso dos trabalhos publicados, incluindo direito de enviar o trabalho para bases de dados de acesso público. O conteúdo dos artigos publicados são de total e exclusiva responsabilidade dos autores.
- O(s) autor(es) autoriza(m) a publicação do artigo na revista;
- O(s) autor(es) garante(m) que a contribuição é original e inédita e que não está em processo de avaliação em outra(s) revista(s);
- A revista não se responsabiliza pelas opiniões, ideias e conceitos emitidos nos textos, por serem de inteira responsabilidade de seu(s) autor(es);
- É reservado aos editores o direito de proceder ajustes textuais e de adequação do artigo às normas da publicação.
Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.